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Contactos do autor: ruideazevedoteixeira@gmail.com ou geral@guerraliteraturaecinema.com 

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    1 Meio-Maduro 1 Meio-Maduro 1 Meio-Maduro 1 Meio-Maduro 1 Meio-Maduro 1 Meio-Maduro 1 Meio-Maduro 1 Meio-Maduro 1 Meio-Maduro
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    Quanto à opinião do autor sobre o mundo literário-cultural português,
    veja-se, 
    entre outros, Miguel Real no JL 20.10 a 2.11, 2021 
    Carlos Sousa de Almeida (Ver 1 e 2).
    Ver também Hélia Correia, mais abaixo em ENSAIO (junto à capa de O Leitor Hedonista) ou Aqui.

     

     

    badana2023



     

     

    Maduro Maduro Maduro Maduro Maduro Maduro Maduro Maduro Maduro Maduro Maduro Maduro

Livros

    1 - A - O Imenso, Sereno e Doce Rio [2023] | Ver Conteúdo AQUI

    Guerra e Paz Editores

    Conteúdo

    Capa e Contra Capa do livro

    Rui de Azevedo Teixeira apresenta «O Imenso, Sereno e Doce Rio» / Vídeo 1 2 3

    Guerra e Paz Editores Trailer

    Opiniões:

    Autores
    Eugénio Lisboa 1
    Helmut Siepmann 1
    Ernesto Rodrigues 1
    Francisco Topa 1
    António Cândido Franco 1
    José Almeida 1
    José Cabrita Saraiva 1
    José Manuel Mendes
    Carlos Matos Gomes 1 Comentário
    Manuel S. Fonseca
    Ana Maria Ribeiro 1
    António do Carmo Reis 1
    Gabriel Rui Silva
    Rui Hilário 1


    Leitores de Qualidade:
    Mário Peixoto 1
    António Viriato



    Opiniões em anúncio:
    Público | JL 

     

     

    1 - A - O Imenso, Sereno e Doce Rio [2023] | Ver Conteúdo AQUI

    1 - B - O Longo Braço do Passado [2022] | Ver Conteúdo AQUI

    Guerra & Paz

    Conteúdo

    Capa e Contra Capa do livro

    Rui de Azevedo Teixeira apresenta «O Longo Braço do Passado» / Vídeo

    Opiniões:

    Autores
    Eugénio Lisboa / SOL, blogues De Rerum Natura, Livres Pensantes e site Editora Guerra e Paz Ver
    António-Pedro Vasconcelos Ver
    Manuel S. Fonseca 1 2 | Ver | 3
    Isabel Coutinho / Destaque em Sugestões / Público Ver
    Luís Caetano / A Ronda da Noite / Antena 2 (Entrevista) Ouvir
    Pré-publicação e Debate-Papo (Entrevista) / JL Ver
    Carlos Matos Gomes / JL Ver
    Domingos Lucas Dias Ver
    Gabriel Rui Silva Ver
    Ernesto Rodrigues / i Ver
    José Cabrita Saraiva 1 2 
    António Cândido Franco / Colóquio Letras (Dezembro 2022)
    Mário Carneiro / Mar de Letras, RTP - África, (Entrevistado a 12 de Julho - Exibido a 14 de Setembro/ com cortisona) 1 2
    Aurelino Costa Ver
    António Bondoso 1 2
    José Manuel Barroso Ver
    José Manuel Mendes Ver 1
    Francisco Topa Ver
    Manuel Alegre Ver 
    Francisco Alegre (Duarte) Ver
    José Almeida / O Diabo Ver
    Guilherme Valente
    Carlos Sousa de Almeida 1 2 3 4-5

    Leitores de qualidade:

    Ana Sá, Fátima Carvalhedo (Ver), Marise Oliveira, Paula Varela (1 | 2 | 3), Maria do Amparo Bondoso (Ver), Magda Maria Barreto (Brasileira) (Ver) , Virginia Nikolova Pavlova (Búlgara) (Ver), José Luís Moraes Alçada (Ver), Manuel Frade (Ver), José Alberto Ferreira (Ver), Rui Hilário, António Viriato (Ver)


    ...
    Alpoím Calvão e Rui De Azevedo Teixeira, na Guiné - Bolama, com dois antigos combatentes portugueses (Ver)

     

    Opiniões em anúncio:
    JL | SOL | Público | JN | As Artes Entre As Letras | Onda Viva  

     

     

    1 - B - O Longo Braço do Passado [2022] | Ver Conteúdo AQUI

    1 - C - O Elogio da Dureza [2021] | Ver Conteúdo AQUI

    Gradiva

    Conteúdo

    Capa e Contra Capa do livro

    Opiniões:

    Autores
    Eugénio Lisboa / i, blogues De Rerum Natura e Livres Pensantes
    José Adelino Maltez Ver
    José Cabrita Saraiva / SOL (Entrevista)
    Duarte Branquinho / O Diabo Ver
    Carlos Matos Gomes
    José Manuel Barroso
    Aurelino Costa Ver
    António Bondoso
    José Cabrita Saraiva / i, Destaque
    Helmut Siepmann / Nova Águia - Setembro pdf
    José Manuel Mendes Ver
    António Cândido Franco / Colóquio Letras
    Francisco Topa
    Carlos Sousa de Almeida
    Rui Hilário 1 

    Em anúncios
    JL 20.10 a 2.11, 2021
    JL 17 a 30.11, 2021

    Leitores de qualidade
    José Luís Moraes Alçada, José Alberto Ferreira, Manuel Frade

    1 - C - O Elogio da Dureza [2021] | Ver Conteúdo AQUI

    A Guerra Colonial e o Romance Português

    1998 | 1ª e 2ª Edições

    Uma escrita "enérgica e eminentemente sedutora" e "de uma erudição substancial e sempre agilmente manipulada"
    Eugénio Lisboa, Prefácio

    Um livro "cruel, inteligente, subtil"
    Lídia Jorge, em debate

    Rui de Azevedo Teixeira, a quem se deve o melhor estudo de conjunto nesta matéria, o já citado, "A Guerra Colonial e o Romance Portugês" (...) Numa página extremamente dura, Azevedo Teixeira analisa essa auto-flagelação maniqueísta, de um esquerdismo sectário e, à sua maneira, racista, para concluir:"a corrente maioritária da literatura sobre a Guerra Colonial produzida após o fim da mesma mostra-se basicamente não como arte mas como emotivo trabalho político, como exercício na hermenêutica da política racial de esquerda (ou de direita na linha dominante durante a guerra)".
    Vasco Graça-Moura, "Lusitana Praia" (pp. 252-253)

    A Guerra Colonial e o Romance Português

    Hélia Correia

    2003

    Sobre Hélia Correia, que ganhou o último Prémio Camões, o qual aliás desvalorizou de algum modo (por ser um prémio que, embora de correcta intenção lusófona, não deixa de ser "político" logo anti-literário, o que levaria aos arames o Poeta Nacional), escrevi o que pode encontrar aqui. 

     

     

     

     

     

     

     

     

    Hélia Correia

    Orlando da Costa

    2003

    Conheci bem Orlando da Costa, autor de "O Signo da Ira", romance sobre o qual escrevi, e pai do bi-racial António Costa. Indiano, era um duro militante do PCP e um grande autor de uma corrente literária menor -- o neo-realismo.

    Orlando da Costa

    Uma Proposta de Cânone

    2005

    Aula das Provas de Agregação (a tal "Prova Académica para Catedrático"). É bom ter atingido o topo em termos científicos e não ter de provar nada a ninguém. Mas o que vale isso? Há gente que daria um braço por um Doutoramento. E pela prova académica máxima, pela Agregação? Um braço e uma perna?! Enfim, as coisas têm o valor que lhes damos... E os dois maiores nomes da nossa cultura nem sequer a licenciatura tinham.

     

    Uma Proposta de Cânone

    A Guerra de Angola 1961|1974

    2010 | ENSAIO HISTORIOGRÁFICO

    Um livro simpático, fisicamente bonito (tem qualquer coisa de livro de contos ou de poemas). Em relação à historiografia pura e dura, "à antiga portuguesa", distancio-me: evito a informação em catadupa, tantas vezes cansativa, não raro inútil; evito também a linguagem de pau, morta; procuro o "twist and turn" na informação batida mas obrigatória; busco a história e o personagem exemplar; não deito fora o pormenor expressivo ou mesmo picante...

    A Guerra de Angola 1961|1974

    Homem de guerra e boémio - JAIME NEVES POR RUI DE AZEVEDO TEIXEIRA

    2012: 1ª Edição Novembro | 2013: 2ª Edição Janeiro | BIOGRAFIA DE AUTOR

    Notas do autor (Ver)

    Opiniões:

    Malomil, de António Araújo (Ver)
    Carlos Vale Ferraz/Carlos Matos Gomes (Ver)

    General Ramalho Eanes (Ver)
    Manuel Alegre (Ver)
    António-Pedro Vasconcelos (Ver)
    Rui Moreira (Ver)
    António Marques Bessa (Ver)
    a ruga e a mão de Francisco Soares (Blogue) 1234

    Homem de guerra e boémio - JAIME NEVES POR RUI DE AZEVEDO TEIXEIRA

    Ensaios de Espelho [2020], Edições Sem Nome | Ver Conteúdo AQUI

    2020

    Conteúdo
    Capa e Contra Capa do livro


    Opiniões:

    Autores
    Helmut Siepmann / JL Ver
    Carlos Vale Ferraz Ver
    José Cabrita Saraiva Ver

    Aurelino Costa
    Luíz Pires dos Reys
    José Almeida
    Francisco Topa Ver
    Carlos Sousa de Almeida


    Ensaios de Espelho [2020], Edições Sem Nome | Ver Conteúdo AQUI

    A Guerra Colonial - Realidade e Ficção

    2001

    TEXTOS DE A. do Carmo Reis, Acácio Barradas, Adelino Gomes, Alberto Ribeiro Soares, Alípio Tomé Pinto, Alpoim Calvão, Álvaro Guerra, Américo Correia de Oliveira, António Costa Pinto, António Faria, António S. Viana, Arlindo Barbeitos, Armandina Maia, Carlos de Matos Gomes, David Martelo, Dimiter Ánguelov, Dionísio Vila Maior, Domingos Lobo, Edite Gordalina, Eduardo Fonseca, Eduardo Mayone Dias, Fernando Dacosta, Fernando Rosas, Garcia Leandro, Guilherme de Melo, Hannes Stubbe, Hermano Carmo, Humberto Sertório, Joana Ruas, João Botelho, João de Almeida Bruno, João Monteiro Ferreira, João Paulo Guerra, João Santos Fernandes, John P. Cann, José Carlos Venâncio, José de Matos Cruz, José Manuel Barroso, José Ribeiro, Josep Sánchez Cervelló, Leonel Cosme, Lourenço do Rosário, Luciano Caetano da Rosa, Luís Rosa, Manuel Barão da Cunha, Manuel dos Santos Lima, Margarida Ventura, Maria da Glória de Brito, Maria José Ferro Tavares, Mário Pádua, Mário Tomé, Nelly Novaes Coelho, Nuno Severiano Teixeira, Pezarat Correia, Pires Laranjeira, Roberto Vecchi, Rui Carita, Rui de Azevedo Teixeira, Salvato Trigo, Seixas Santos, Teresa Infante.

    Obs: Penalizo-me pela péssima revisão feita por uma profissional (!!!) indicada pela editora.

    A Guerra Colonial - Realidade e Ficção

    A Guerra do Ultramar - Realidade e Ficção

    2002

    TEXTOS DE Alberto Ribeiro Soares, Ana Paula Avelar, António Marques Bessa, António Modesto Navarro, Avelino Bento, David Martelo, Domingos Lobo, Eduardo Fonseca, Fernando Tavares Rodrigues, Hélder Macedo, Helmut Siepmann, Hugo Marques, Joana Ruas, João Brandão Ferreira, João Santos Fernandes, John P. Cann, José Jorge Letria, José Manuel Barroso, José Ribeiro, Luísa d'Almeida, Manuel Barão da Cunha, Manuel dos Santos Lima, Margarida Calafate Ribeiro, Maria da Glória de Brito, Maria Isabel João, Mário Avelar, Miguel Corrêa Monteiro, Paulo Lowndes Marques, Pires Laranjeira, Rui Bebiano, Rui de Azevedo Teixeira, Serafim Gonçalves Lobato, Sílvia Espirito Santo.

    Obs: Regozijo-me pela excelente revisão feita por mestrandos meus.

     

     

     

     

     

     

    A Guerra do Ultramar - Realidade e Ficção

    O Amor (Im)possível

    2002

    Eu, a Manuela Dâmaso e a Kátia Guerreiro homenageámos Fernando Tavares Rodrigues: a par do padrinho, eu fui o maior amigo do poeta e homenageei-o em vida com a "selecção e prefácio" deste livro; a Manuela, que foi quem mais abnegadamente o acompanhou desde o acidente até ao suicídio, homenageou-o com uma dissertação de mestrado e um site; e a Kátia, que não o conheceu em vida, com o seu último disco.
    AZUL
    É o azul impossível /do teu olhar / que me irrita. / Porque fere, / toca, foge / mas não fita...

    O Amor (Im)possível

    Desafiando discursos

    2005

    Livro de Homenagem a Mª Emília Ricardo Marques

    Desafiando discursos

    A Voz da Póvoa

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    Debate com Lídia Jorge, Rui de Azevedo Teixeira, Eugénio Lisboa e Carlos Vale Ferraz

     

     

     

     

     

     

     

     

    A Voz da Póvoa

    Alpoim Calvão - AS MEMÓRIAS DE UM AVENTUREIRO

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    (23 de novembro de 2019 - Jornal Sol)

    Alpoim Calvão - AS MEMÓRIAS DE UM AVENTUREIRO

    António-Pedro Vasconcelos - Sol

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    "Talvez isso ajude a perceber uma frase luminosa que Rui de Azevedo Teixeira, o autor do prefácio desta nova edição de Nó Cego, me disse um dia, quando o confrontei com essa atávica doença lusitana:«Não temos memória, mas temos saudade»."

    António-Pedro Vasconcelos - Sol

    Jornada de África de Manuel Alegre

    Texto introdutório meu

    "Primeiro romance de Manuel Alegre, "Jornada de África" é um pequeno milagre de mutabilidade - a cada releitura surgem novas camadas de sentido, ressonâncias novas, ampliações luxuosas. A maior não satisfação de expectativas, o estranhamento maior, deste romance, que tem por cenário o eclodir da guerrilha em Angola, possui um traço inquietante, paredes meias do unheimlich freudiano - o protagonista Sebastião..."

    Jornada de África de Manuel Alegre

    Miguel Real sobre a Literatura da Guerra de África 1961-1974

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    (26 de outubro a 8 de novembro de 2016 - Jornal de Letras)

    Miguel Real sobre a Literatura da Guerra de África 1961-1974

    O pólen da nostalgia

    Manuel S. Fonseca

    O pólen da nostalgia

    Sobre "Os Imortais" de António-Pedro Vasconcelos

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    "Partindo da novela de mistério Os Lobos não Usam Coleira , de Carlos Vale Ferraz, António-Pedro Vasconcelos, em Os Imortais , no seu trabalho de transcodificação intersemiótica do literário para o filmico, torce o programa semântico da novela ("uma saga peganhenta") no sentido de mais humor e humanismo, um humanismo silencioso, viril."

    Sobre

Lançamento do livro sobre Jaime Neves

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Com os apresentadores Ramalho Eanes e António-Pedro Vasconcelos (25 de Novembro, 2012/FNAC, Colombo, Lisboa)

Além do espaço de apresentação estar a rebentar pelas costuras com comandos, estiveram presentes professores universitários, directores de jornais, doutorados e doutoradas em Literatura e História e figuras maiores da instituição militar como os Torre e Espada Alpoim Calvão, João Almeida Bruno e Isaías Pires,os autores José de Moura Calheiros e Alberto Ribeiro Soares (coronéis) e os generais Loureiro dos Santos, Vasco Rocha Vieira e José Alves.

Lançamento do livro sobre Jaime Neves

Os escritores e a guerra

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Ensaio de Rui de Azevedo Teixeira
Textos de Agustina Bessa-Luís, Gastão Cruz, Helena Marques, Hélia Correia, Lídia Jorge, Mário de Carvalho, Possidónio Cachapa e Vasco Graça Moura.

Os escritores e a guerra

Prefácio a "Nó Cego" de Carlos Vale Ferraz

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Sobre Carlos Vale Ferraz, que lançou na última Feira do Livro, em Lisboa, "A Estrada dos Silêncios", apresentado pela recente celebridade mediática Raquel Varela, escrevi o prefácio ao seu já clássico "Nó Cego".

Prefácio a

Vasco Graça-Moura

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"É curioso registar que, pelo menos desde o século XVII e até aos nossos dias, a reflexão crítica de várias figuras importantes da nossa cultura “cultivada” quando pensam o fenómeno militar, de D. Francisco Manuel de Melo e D. Luís da Cunha até Rui de Azevedo Teixeira, passando, entre outros, por Latino Coelho, Oliveira Martins e Borges de Macedo, se preocupe em destacar uma certa dose de impreparação e de falta de coordenação, de ciência do comando, de conhecimentos militares específicos, tanto dos agentes, como dos “narradores” dos factos. O caso mais recente é o de Azevedo Teixeira que, tratando das relações da guerra colonial com o romance português, escreve, a propósito dos alferes milicianos que foram todos, ou quase todos, os principais autores que sobre ela escreveram poesia ou ficção: “os galões de alferes que decoraram os ombros destes milicianos – que lhes permitia somente o acesso a um baixo nível de informações militares – justificam a quase total inexistência de descrições acertadas do funcionamento da máquina militar portuguesa, da sua organização, cooperação dos ramos marciais, pensamento estratégico-militar, armamento, disciplina militar, cadeia logística, etc.
A sua incultura militar impede-os ainda de entenderem, em profundidade, a natureza da guerra de guerrilhas em que participaram, estando-lhes vedada a compreensão das estratégias e contra-estratégias, das tácticas, das logísticas e das éticas”(…)

Vasco Graça-Moura, Lusitana Praia (Ed. ASA, 2004, p. 223)

O Bando dos Cinco

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(Da esq. para a dir.) João Almeida Bruno, Torre e Espada com Palma e General de 4 estrelas; José Carvalheira, Almirante; a minha pessoa; Alpoim Calvão, o maior aventureiro português do séc. XX; Ângelo Lucas, Professor de Medicina.

O Bando dos Cinco

Outro Grupo de Amigos

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Um agrónomo, desenhador/caricaturista e brasonado; um Mestre em Ciências da Educação, professor e com dois livros publicados; um Doutor em Literatura Portuguesa, professor e "poeta experimental"; um coronel (com cruzes de guerra), romancista e historiador; e eu. Todos ligados aos comandos menos um que foi da tropa normal. O lugar vazio é de um Mestre em História, jornalista e fuzileiro. Numa simplificação à bruta, diria que 3 são de "Esquerda" e 3 de "Direita" (A encardida dicotomia ainda quer dizer alguma coisa?!). Ás vezes, lá rebenta uma discussão de meter medo ao próprio Diabo. Todos aposentados. Todos patriotas. Patriotas, não de letra nem de bandeirinha na lapela, mas com juramento de bandeira e provas dadas.

O restaurante (onde mais vezes costumo levar amigos) é A Colina, na rua Filipe Folque, a dar para a Duque D'Ávila, na zona do Saldanha. Ficamos sempre no 1º andar. Cozinha tradicional portuguesa. Cozinha de cozinheiro, não de chef. Muitos e muitos pratos mas todos bem feitos. Boa quantidade. Excelente relação qualidade/preço. Excelente serviço. Desta vez, optámos mais uma vez por um Douro - Meandro do Vale Meão - e pastéis de bacalhau, bacalhau à Brás, filetes de peixe galo, língua estufada e vitela.

Outro Grupo de Amigos

Sobre "A Costa dos Murmúrios"

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"A Costa dos Murmúrios" - Margarida Cardoso, Lídia Jorge, Inês Pedrosa, Rui de Azevedo Teixeira, Maria João Seixas, Eduardo Prado Coelho.

Sobre