Livros

1. A Guerra Colonial e o Romance Português

1ª e 2ª Edições - 1998

A Tese de Doutoramento que deu o grande pontapé de saída nos Estudos Literários (e também Culturais/Historiográficos) sobre a nossa última guerra.

1. A Guerra Colonial e o Romance Português

3. O Leitor Hedonista

2003

Sobre o Romance Português Contemporâneo e outros textos. Primeiro de um projecto de três volumes que capotou por falência da editora.

3. O Leitor Hedonista

5. Uma Proposta de Cânone

2005

Aula das Provas de Agregação (a tal "Prova Académica para Catedrático"). É bom ter atingido o topo em termos científicos e não ter de provar nada a ninguém. Mas o que vale isso? Há gente que daria um braço por um Doutoramento. E pela prova académica máxima, pela Agregação? Um braço e uma perna?! Enfim, as coisas têm o valor que lhes damos... E os dois maiores nomes da nossa cultura nem sequer a licenciatura tinham.

5. Uma Proposta de Cânone

7. Homem de guerra e boémio - JAIME NEVES POR RUI DE AZEVEDO TEIXEIRA

1ª Edição Novembro de 2012; 2ª Edição Janeiro de 2013

José Pereira Gomes, empresário, director do aeródromo de Cerval, alferes nº 1 da “minha” 41ª Companhia de Comandos:
          “O livro é excelente. Fiquei ainda mais orgulhoso de ter sido comando e de ser teu amigo”.


Luís Cecílio, alferes dos comandos, do 3º Grupo da 41ª CCMDS, a trabalhar em Angola:
   
 "Que grande livro! O que tu sabes...Eu devia ter aproveitado ainda mais o tempo que estivemos juntos na companhia"

Pedro Folhadela, professor de ginástica, do “meu” Curso de Comandos e alferes da 43ª Companhia de Comandos:
          
“Voltei a ter o prazer do adolescente que lê romances. É uma biografia, é um romance, é História… Tem humor, mulheres, muitas, Conheci o Jaime Neves em Moçambique e era “assim”. Tem um final pungente!”

Helena Jorge, doutorada em Estudos Portugueses-Literatura, professora
          
“Excelente a forma como retrata a mulher de Jaime Neves…”

Rui Sousa, psiquiatra, coronel:
           “O livro agarrou-me desde o início, sobretudo pelo estilo do escritor, para além da história do personagem retratado”.

Celestino Martins, empresário
          
“Se desse uma nota seria 20 valores. Não, mais ainda!”

Virginia Nicolova Pavlova, professora aposentada:
           “Rui de Azevedo Teixeira: você é um grande escritor! Este romance, como diz o Manuel Alegre, tem de ser lido por todo o português que tem mais de 15 anos de idade. As últimas 60 páginas provocaram-me até dor física no coração”.

Blogue Malomil:
           “Excelente e notavelmente escrita”.

António F. Fernandes, professor de História:
           “Bem melhor que Henrique Paiva Couceiro: um herói português, de Vasco Pulido Valente”.

Blogue Caminho Andado:
          
“Leiam o livro. Deliciem-se”.

Blogue FNAC Cultura/Diana Sotirova-Vamvaka:
          
“O livro é muito forte e comovente. Deve ser lido por todos os Português. Parabens Senõr Teicheira”.

Blogue Aqui e Agora (Helder Fráguas)
           “…excelente biografia...”.

Blogue João Carioca:
          
“Aconselho a sua leitura”

José Aparício, ex-chefe da PSP de Lisboa:
          
“Cultura impressionante… Muito inteligente a forma como retrata a mulher de JN”.

Manuel Frade, jurista, do “meu” Curso de Comandos, alferes da 43ª:
          
“Um grande livro. Uma grande escrita”.

 

João Almeida Bruno, comando, Torre e Espada, general de cavalaria, elemento do Bando dos Cinco:

“Caro Professor,

Acabei de ler o seu livro. Foi com grande prazer que percorri a vida do Rufino Anta desde 1936 à actualidade.

A sua escrita levou-me também a percorrer a minha vida de 1935 ao presente, tantas são as parecenças dos vários eventos. A sua sabedoria das coisas da vida e a sua cultura polifacetada dão ao livro movimento, suspense e realismo, de tal forma que me encontrei a viver épocas em locais diferentes mas na companhia de Jaime.Foi muito curiosa a experiência, Está o escritor de parabéns e o Jaime perpetuado pela escrita”(…)

Duarte Branquinho, historiador, director do semanário O Diabo: 

“… um trabalho de mérito, que conjuga maravilhosamente o estilo áspero e directo dos militares, com a erudição de um académico. Esta fusão, que parece paradoxal, muitíssimo bem conseguida, é o que torna este livro diferente – original, no sentido profundo do termo… Falar no mesmo livro no Tamila e na noite de Lisboa e citar clássicos não é para todos, especialmente quando se consegue dar uma sólida coerência a toda a obra… Nesta aventura que entusiasma rapidamente quem a devora, pelo protagonista e pelo estilo, há também o prazer de saborear um texto muito bem escrito, que se lê agradavelmente de um fôlego."

Rui Hortelão, director da revista Sábado:

“Uma autêntica lição de literatura e da arte de saber partilhar o conhecimento e estimular o pensamento de quem lê. Percebe-se que trabalhou a fundo os conteúdos mais delicados e conseguiu ir com sucesso de uma margem à outra em cima de um fino cabo de aço”.

 José Carlos Vasconcelos, poeta, jurista, director do Jornal de Letras:

“Polemicamente opinativo (…) E é esta dupla qualidade (comando e doutor) que faz singular esta narrativa biográfica”.

Eduardo Pitta, poeta, crítico literário, romancista, militar em Moçambique:

“Consegue a proeza de fazer o retrato de um comando cioso dos seus deveres, sem descurar a pulsão do bon vivant que se permitia ser nos intervalos da guerra (…) A escrita ágil do autor contribui para tornar a leitura aliciante”.

David Martelo, historiador, coronel:

“Uma qualidade superior no plano literário. Uma descrição muito fiel do Neves”(…).

José de Moura Calheiros, autor de A Última Missão, coronel paraquedista economista, gestor.:

“Uma biografia magnífica. Uma escrita magnífica”.

António Cândido Franco, professor universitário, escritor, dramaturgo:

“Gostei muito do livro. Frontal e directo, sem deixar de ser poético (mas não literato)”.

Gabriel Rui Silva, doutorado em Estudos Portugueses-Literatura, professor, autor de Manuel Ribeiro, o romance da fé:

“Para quem queira informar-se sobre os homens que fizeram de um país pequeno uma pátria imensa (…)Uma escrita forte e intensa”.

Pedro Garcia Rosado, autor de romances policiais, tradutor, licenciado em Germânicas:

“Permita-me que o felicite pelo seu trabalho e pelo modo como afirmou a sua opinião”(…).

José Moraes Alçada, fidalgo, homem de negócios, cruz de guerra:

“Bem escrito, honesto, não receando ou evitando as verdades e a realidade. O outro grande livro com O Retorno, de Dulce Maria Cardoso”.

José Barbado, cruz de guerra, do “meu” Curso de Comandos, alferes da 42ª Companhia de Comandos, advogado e meu saudoso amigo:

“Grande, grande prazer de leitura”(…).

7. Homem de guerra e boémio - JAIME NEVES POR RUI DE AZEVEDO TEIXEIRA

2. A Guerra e a Literatura

2001

Neste livro percorro, entre outros espaços literários, o Velho Testamento, o território homérico, os romances de cavalaria, Cervantes, Shakespeare e Camões, Herculano, Tolstoi, Jünger, Drieu la Rochelle, Céline, Hemingway, Edith Wharton, Borges, Ford Madox Ford, Lobo Antunes, Manuel Alegre, Lídia Jorge, João de Melo e Carlos Vale Ferraz.

2. A Guerra e a Literatura

4. O Fim do Império

2004

Texto para disciplina de mestrado em Estudos Portugueses

4. O Fim do Império

6. A Guerra de Angola 1961|1974

:::2010:::

Um livro simpático, fisicamente bonito (tem qualquer coisa de livro de contos ou de poemas). Em relação à historiografia pura e dura, "à antiga portuguesa", distancio-me: evito a informação em catadupa, tantas vezes cansativa, não raro inútil; evito também a linguagem de pau, morta; procuro o "twist and turn" na informação batida mas obrigatória; busco a história e o personagem exemplar; não deito fora o pormenor expressivo ou mesmo picante...

 

Este livro, que a editora Quidnovi ainda não me pagou, é a correcção de A Guerra de África - Angola, da colecção Batalhas da História de Portugal da mesma editora, que não pude rever uma única vez e que por isso mesmo renego.

6. A Guerra de Angola 1961|1974