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FOTOS NO FIM DAS PALAVRAS
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1MACAU
Mercado Vermelho, Portas do Cerco e Gruta de Camões
2ARGIVAI; PÓVOA; VILA; CAXINAS
Argivai, Rio Ave, Rio Este,Touguinha, Touguinhó, S. Simão da Junqueira
Praça do Almada e Estação do Comboio da Póvoa
Mercado e rio de Vila do Conde
3COIMBRA
Quebra-Costas, Mandarim, Praça da República
4ANGOLA
Luanda: - Marçal, B.O. o Marçal, quase todo em madeira e cheirando a mijo, era o grande bairro das putas e dos magalas de Luanda. Aquilo tinha um ar de far west. Muitas das putas estavam à janela dos cubículos numa atitude a lembrar o popular busto da "Namoradeira" do Brasil.Todas as noites rebentava, pelo menos, um 31 e lá entravam a bater os matulões da Polícia Miltar. Com os comandos a coisa fiava mais fino. Os nossos soldados, vindos do mato, desprezavam os PM, fresquinhos e tropa de cidade, pelo que não raro se viravam a eles e havia trolha. Perder nunca perdiam. Uma célebre vez um grupo nosso levou porrada e ....tudo acabou com sete mortos da P.M. no próprio quartel deles.Enfim, arriscaria dizer que dezenas de milhar de jovens militares portugueses, brancos, perderam a virgindade com putas pretas liambadas, mulatas gordas e brancas com ranço no Marçal. E arriscaria ainda mais, dizendo que, no Século XX, em todo o imenso espaço do Império (Metrópole incluída), não houve metro quadrado com mais portugueses que levaram o pénis ao seu destino natural pela primeira vez do que no metro quadrado do Marçal. Ainda: terá sido o Marçal a maior arena sexual de língua portuguesa de sempre?! Julgo que sim. Um lugar para a História. O B.O. quando o conheci já estava em decadência. Tinha tido tinha uma história gloriosa na área do, como dizem os minhotos, "pinanço" tropical, interracial. -Largo da Sagrada Família onde tive um apartamento e fui vizinho do aparentemente frágil mas duro como as pedras capitão Falcão, conhecido desde a Academia como o Zé Sopapo. Já de cabelo branco nessa altura e uma garrafa de uísque antes do almoço -Maianga onde tive o meu segundo apartamento, já depois do 25 de Abril, na fase da festa dos tiros entre os 3 Movimentos -Versalhes, Pólo Norte, Trópico, Adão, Ilha, Mussulo os nossos lugares de prazer, de descanso do guerreiro, entre duas saídas para a mata. Na varanda da Paris Versalhes comíamos camarão e bebíamos cerveja entre as refeições; às refeições era Dão Meia Encosta e, em geral, carne com arroz e batata frita e ovo estrelado...tudo menos peixe e vegetais e fruta. No fim, doces e uísque. Tinha preferência pelo Dimple mas ia qualquer um. Comíamos, bebíamos e observávamos os trocadores de angolares em escudos na praceta em frente. Líamos "a Bola". De vez em quando, lá saía um ou dois/três em grupo e, certo e sabido, iam mudar de óleo ao Marçal ou ao B.O. Um de nós - o B. - tinha o fétiche dos óculos, pelo nunca se esquecia de levá-los e pô-los na puta que escolhia espermatizar. No Pólo Norte, que tinha um ar condicionado fantástico, sentados ao balcão lá bebíamos cerveja gelada e comíamos gelados. No Trópico (meia dúzia de anos mais tarde, como cooperante, encontro-me com Lúcio Lara neste mesmo hotel. Magríssimo, asceta estalinista, chega com pouco aparato, apenas dois discretos guarda-costas) e no Adão procurávamos companhia mais fina (e mais difícil). Na Ilha era o Barracuda e os camarões e a lagosta. Ao Mussulo fui uma única vez.
Úcua no terceiro dia do Curso de Comandos e segundo dia da Prova da Sede, na formatura a seguir ao almoço um calor de forno: dos seiscentos instruendos desmaiam quatrocentos. Dos 33 elementos do 1º grupo - 2 capitães e 31 cadetes- desmaiam 30. Sou um dos 3 que não desmaiam, sendo o Grácio, que morreu há meses de AVC, e o Folhadela Costa, que dá ginástica numa escola de Vila do Conde, os outros dois. Julgo saber que essa cena das centenas de desmaios sob o sol foi filmada pelos Serviços de Cinema (?!) do Exército.
Baixa do Cassange de uma beleza de espanto que o Lobo Antunes bem descreve
Mayombe
Z M Leste Luso Luma-Cassai Buçaco Lupire Alto Cuito Cuito do Canavale Gago Coutinho Cachipoque Cangamba Cazombo/Teixeira de Sousa .....
Benguela, Lobito
Novo Redondo uma das minhas imagens do paraíso
5MADEIRA
Curral das Freiras, Santana, Baixa do Funchal
Casa de Chá do Faial do Ernesto, cuja beleza metia num chinelo o Robert Redford
Porto Santo (Pirata Azul),
6FIGUEIRÓ DOS VINHOS
7PORTO
Baixa, Praça Rainha Dona Amélia, Rua Sá da Bandeira, Rua de Santa Catarina onde vi um cego, ferido de guerra, com o cartaz: "A cegueira não mata mas dificulta" Antas, Praça Mouzinho de Albuquerque, Campo Alegre, rio
Antiga casa de Manoel de Oliveira
Vila Nova de Gaia a marginal do rio está muito bonita, melhor que "a outra banda"
8LUBANGO
Grande Hotel da Huíla hotel mitico. Lugar onde vi mais paixões amorosas por metro quadrado porque ... cooperantes de todo o Leste comunista, de Portugal, da África do Sul, Namíbia, Cuba, etc Tundavala todo o Esplendor (e Terror, na fenda) da Terra Senhora do Monte, Deserto do Calaári, Moçamedes
9USA
San Francisco/tenderloin onde vi os gays mais bonitos e soltos, particularmente na Castro Oxford-Mississipi visitei a casa de Faulkner Santa Fé, Albuquerque,Twin Sisters, Texas, Filadélfia, Las Vegas Washington no Dupont Circle, passa por mim, sozinho, Robert MacNamara; olho-o fixamente, surpreendido por ter aquele grande criminoso de guerra ali à mão. Olho para trás, e o tipo virou-se também. À cautela!
Nova Iorque não gosto, "a phony town", chamou-lhe Hemingway. Em Park Avenue, vejo um cego com o cartaz: "A Primavera está a começar e eu estou cego". Em Queens, vou ao encontro do Anísio...
10FRANÇA
Paris/Paname sempre, excepto os subúrbios
Biarritz, Bretagne/Cancale
Riviera
11ESPANHA
Madrid-Gran Via, Bairro das Letras/Museus, Bairro Salamanca
A Coruña, Baiona, Santiago de Compostela, Tui
Lugo, não!
Cáceres, Trujillo, Medelin, Guadalupe, Olivença
Picos da Europa, Covadonga
San Sebastian, a "concha", Pirenéus, Roncesvalles, Burguete
12ALGARVE
Vilamoura o Hotel Tivoli Marina como base e sempre fora de época Loulé o mercado e a estrada até São Brás de Alportel Silves, Sagres, Tavira ( e Cabanas), Monchique
13ALENTEJO
Marvão, Arraiolos, Évora, Torre de Coelheiros, etc....todo o Alentejo
14TRÁS-OS-MONTES
Bragança, Vinhais, Pinhão, Montalegre, Linha do Tua
15MINHO
Esposende, Afife, Vila Nova de Cerveira, Moledo, Caminha
16MAPUTO
-Rua Sansão Mutemba tive casa nesta rua, por trás do Ministério da Educação e não longe do Palácio Presidencial. Numa madrugada acordo com tiros, saio à rua e vejo um grupo de comandos sul-africanos atacando um 3º andar habitado por gente do ANC. Deram cabo da famíla que lá vivia ...e não eram os tipos do ANC. Tinham-se enganado no andar. Fugiram como tinham entrado no Maputo: numa lancha ultra rápida. -Prédio de 33 andares tive um apartamento no 28º durante uns dias. Não tinha elevedor e os seguranças eram os ladrões Julius Nyerere, Mercado, Malhanga
17ÁFRICA DO SUL
-Ressano Garcia/Nelspruit fronteira que fiz a pé, sozinho, num domingo à tarde Jo`burg, Cape Town, Sun City, High Veld/África do Sul
18Budapeste
a misteriosa, prefiro-a a Praga
19BULGÁRIA
Batak Plovdiv, Pazardjik, Sofia
20Bratislava
o pequeno, "cosy"centro; fiquei instalado num barco-hotel no Danúbio
21Praga
Não ! Porque é "uma prostituta do turismo"
22SUÍÇA
Zürich: - Wehntalerstrasse (onde tivemos um apartamento durante 6 anos, em frente ao restaurante Effel, e a galega Sra. Pepe como mulher a dias), paragens de Milchbuck, Central e Bellevue (estas duas aparecem em quase todos os filmes de espionagem com passagem pela Suíça), inevitáveis Zürichsee e Limmat (e Sihl), Hauptbahnhof (onde fazia a rotina dos jornais e café no Les Arcades), Bahnhof-Str. (do luxo das marcas e da Parade Platz onde se "anda por cima do ouro, literalmente" da UBS e do Crédit Suisse), Falken-Str. ( sede do insuportável Neue Zürcher Zeitung e, principalmente, galeria de Bruno Bischofberger, onde a qualquer momento esperava ver entrar o Dennis Hopper/Mr. Ripley). E, como não falo e mal entendo o "schwiezerische Deutsch", meto sempre palavras francesas no meu alemão -"Merci", "Excusez", etc- para conseguir simpaia, um sorriso, dos pacatos suíços
Vila Favorita (episódio do máximo luxo: depois de termos almoçado com o Retu e a Erica na Kronenhalle, tomámos café no Baur au Lac e, sempre no Rolls Royce deles - silencioso, confortabilíssmo com o barzito e os seus sofás de couro e... insultados pelo caminho por vários motoristas e motociclistas-, fomos ver a exposição dos Kandinskys que estavam na Rússia. Vimos também a colecção residente do dono da Vila, o Barão von Thyssen. A criadagem era toda portuguesa)
Interlaken
23ITÁLIA
Lago Como (Hotel Vila D´Este, que até chegou a ser gerido por um dos generais de Napoleão)
Veneza Roma nem por isso porque é uma matrona, mal iluminada, confusa,...
24Londres
(que não aguenta a comparação com Paris)
25Bruxelas
26Amesterdam
27ALEMANHA
-Berlin Ku`dam, Potsdamer Platz, Unter den Linden (Café Einstein), Friederichstrasse (Checkpoint Charlie), Alexander Platz, Hack`schen Hoefe -Hamburg Hauptbanhhof, Blankenese, Reeperbahn (e o cemitério judeu próximo, talvez o primeiro misto de sefardita e ashkenaze) Altona, binnen Alster -Frankfurt Zeil, Goethe Platz, Goethestrasse, Bankenviertel -Aachen Lohergraben, Dom, Romanisches Seminar- RWTH -Köln Hauptbanhof, Dom, der Rhein, Universität -Heidelberg Bismarck Platz, Neckar -Stuttgart
Bonn
Dresden
Leipzig
Königsallee/Dusseldorf
Kassel
28LISBOA
Chiado: 1) cuja Igreja do Loreto muito deve ao marquês de Ravara antepassado italiano da minha mulher 2) a empresa de A Brasileira da qual o meu avô materno foi sócio 3) a empresa do Alpoím Calvão na rua Ivens 4) o restaurante do Grémio Literário onde curiosamente fui sempre e só com militares 5) a Casa Havaneza da qual fui assíduo cliente no meu período de charutos
Rua da Escola Politécnica/Palácio Ceia/Universidade Aberta: 1) Do Rato à rua do Alecrim e Cais do Sodré e as ruelas entre a rua da E. Politécnica e o Parlamento 2) Congressos, Guerra de África 3) Pré-Equipa Reitoral de Cangalheiros mas..... Eleição do C. Reis
Rua David de Sousa/Campo Pequeno/Avenida de Roma a minha zona lisboeta
Av. Almirante Reis bem descrita pelo Domingos Lobo no romance "As Máscaras sobre o Fogo"
BRASIL I (Novembro,2009) , onde o português, forçosamente, se reconcilia com a sua História
São Paulo Santos - o centro com a Bolsa do Café, o porto, e a vista do Monumento a Niemeyer, o Jardim Chico Mendes S. Paulo - a Av. Paulista
Minas Gerais Belo Horizonte - Av. Afonso Pena e o decadente Hotel Financial Ouro Preto - as igrejas/triunfo do Barroco, a Praça Tiradentes (e o restaurante de Comida Caseira), a Pousada Mondego
Bahía sertão, entre Minas e Bahía, a lembrar vagamente o Leste de Angola Salvador -o centro histórico, a Igreja de S. Francisco (no seu Museu, sentei-me no cadeirão-trono de D. João VI e D. Pedro II), a Fundação Jorge Amado/Largo do Pelourinho, o restaurante "O Sorriso da Dádá" sertão em Petrolina, depois de Juazeiro, zona de perigo onde jagunços atacam viaturas (por isso em vez de sairmos às 3.30, conforme o horário, o ônibus só com a claridade saiu, às 5.30)
Piauí sertão fantástico que me conseguiu tornar menor a "Bible belt" norte-americana, pequeno o Leste angolano, pequeníssima Castela e minúsculo o Alentejo. "Se houvesse fim do mundo, ele seria aqui" (Juca Chaves). E li, on the spot, "Os Sertões", de Euclides da Cunha. Magnífico, um calhamaço do gabarito de "Casa Grande&Senzala" pelo menos. Teresina - pobre, misto de cidadezinha do Texas ( néons, anúncios, casas baixas) e do antigo Luso do Leste de Angola (sucessão de ruas perpendiculares). O sertanejo é um tipo humano diferente, uma mistura feliz de português, índio e preto, com já 4 séculos. Euclides explica tudo.
Goiás Brasília vista do avião e do aeroporto, num stop-over para o Rio. Os lagos, a inexistência de favelas, a zona Niemeyer-Governo
Rio de Janeiro Rio de Janeiro o centro histórico (e os maus cheiros), Copacabana (onde vi uma gigantesca borboleta azul e vi um tipo de muletas felicíssimo! Estava bêbado), Ipanema (onde vi uma albina bonita !? mas não "a garota", que é, aliás, uma versão da nossa "Leonor pela verdura..."), Leblon (não achei nada de especial a Av. Albuquerque considerada a rua mais nobre do Brasil), Jardim Botânico (cuja beleza não me fez esquecer a ferocidade descrita no conto da Clarice Lispector) e acima de tudo os morros que rodeiam a cidade, que, com as praias, a tornam única. ------- BRASIL II (MAIO 2010)
Recife nada de especial, apesar de tão ligada ao meu Gilberto Freire de Casa Grande&Senzala. Tem a primeira sinagoga da América (foto em breve)
Olinda uma jóia, na linha de Ouro Preto ou
João Pessoa limpa, sob controlo e com o seu Cabo Branco, que é o ponto mais oriental do continente americano. E o simbolismo disto: nós temos o ponto mais ocidental do continente europeu!
SERTÃO Faço 29 horas de ônibus do Recife/Pernanbuco até São Luís/Maranhão. Passo de novo em Picos (na Rodoviária, como uma "coxinha" sem graça; e só há café já com açucar) e Teresina. O Sertão...Canudos, Euclides da Cunha, "Terra em Transe" do Glauber Rocha...terra medonha, fascinante, brutal. Nas 3 ou 4 últimas centenas de quilómetros, milhões de palmeiras que, ao anoitecer e de noite, parecem gigantes malignos, seres de pesadelo. Ah, se o Joseph Conrad tivesse passado por aqui....
São Luís do Maranhão parte antiga interessante, muito portuguesa. Suja
AMAZÓNIA Manaus água, humidade, chuva e o rio, melhor os rios. O Encontro das Águas (onde o Solimões e o Negro se juntam e formam o Amazonas) é um lugar obrigatório para qualquer viajante que se preza. Cidade limpa; o Teatro - a célebre Ópera de Manaus - é um espanto. Só um grande, fabuloso, doido português (ou espanhol) poderia fazer aquilo no meio da maior selva da Terra (que, aliás, se deveria chamar Água, veja-se o mapa-mundo)
RIO Desta vez, fiquei na Zona Sul, na Travessa Angrense, que abre para Nossa Senhora de Copacabana. O bom, rico Brasil, a antítese do Sertão. Para companhia intelectual, um tipo absolutamente fascinante: Nelson Rodrigues.
No avião em direcção a Manaus/Amazónia.
Nuvens sobre a Amazónia
Amazónia, a 30 quilómetros de Manaus.
O "Encontro das Águas", onde o Solimão se junta ao Negro formando enfim o Rio Amazonas. Há tanta, tanta água na Amazónia...que não admira que os amazonenses gostem de indicar um óbvio, um "óbvio ululante" à Nelson Rodrigues: está errado o nome dado ao Planeta, deveria ser Água e não Terra.
No poético Encontro das Águas.
Na Amazónia, no preciso local onde foi filmado "Anaconda"
O fantástico monumento de Manaus (Teatro/Opera House)
No barquito no Amazonas com o sertanejo rico -um oximoron - Jailsson. Fez fortuna na agricultura na Baía, com uma fazenda, entre outras, perto da mítica Canudos.
O "meu" fascinante sertão (Piauí). Do mundo que eu conheço é a parte que mais e melhor me transmite a sensação de espaço. Aqui o Alentejo seria quase o Chiado!!!
O sertão, o "agreste" do cangaço, de Maria Bonita e do seu amor cangaceiro Lampião, da Literatura de Cordel, dos imensos Euclides da Cunha, Graciliano Ramos e do seu Manuelzão, Gilberto Freyre, etc (Pernambuco).
A mais antiga sinagoga da Américas (Recife)
A mimosa Olinda (Recife)
O ponto mais oriental das Américas - Cabo Branco, em João Pessoa. Há um simbolismo forte nisto já que nós temos a ponta mais ocidental da Europa.
Calçadão (Rio)
Onde Ipanema se junta ao Leblon.
o meu café preferido do Rio (Centro)
O fantástico Real Gabinete Português de Leitura (num Centro do Rio degradado, porco, mal-cheiroso)
Na minha mesa no Calçadão, com jornais e coco
Na entrada do Hotel Angrense, numa ruela segura que dá para a Av. Nª Sª de Copacabana
O meu Alentejo
No café da manhã, perto do Castelo de Arraiolos, com dois portugueses do melhor que há: Manuel Ferreira da Silva, o herói de Gadamael, de óculos, e Isaías Pires, um dos dois ou três maiores nomes dos Comandos. São homens dos painéis de São Vicente ou do "NON", do Manuel de Oliveira; são o Senhor Ventura do Torga ou o Manuelzão que inspira o Graciliano Ramos do "Grande Sertão Veredas". Neles sente-se o mistério da Pátria, a sua grandeza antiga, a sua continuidade.
A Isabel descendo a passadeira vermelha das vedetas do Festival de Cannes. Cannes está como sempre, a croisette um pouco em baixo; St. Tropez está de novo na moda (as tropeziénnes, por ex, ou as toalhas de praia duplas, para dois); Portofino tem uma reputação imerecida; Rapallo é interessante; e Mónaco, enfim, é outra dimensão...quanto a preços.
Com a Isabel, à entrada da casa de amigos na Foz, antes do meu jantar comemorativo dos 59 anos.
Jantar dos 59, no Buhle, na Foz (a festa -a que fui obrigado!- viria depois). Tão espectacular na decoração como fraco na comida com inovações de fazer vomitar um gato.Bons vinhos nada especulativos e excelentes sobremesas. O Sócrates costuma vir aqui. Vai bem com o fulano: estilo sem substância.
Em Liège, junto a um bar com o nome do meu Jules Maigret.
No Casino da Póvoa, com os elementos da Comissão de Festas do 7º ano do Liceu.
Na escadaria monumental do Casino da Póvoa, na Festa dos finalistas do Liceu
A minha autorização para viver na Alemanha.
Como oficial de dia, passando revista ao pessoal de serviço, no quartel dos Comandos no Luso, Zona Militar Leste, Angola.
A casa dos avós paternos, junto à capela do Bom Sucesso, em Argivai, onde nasci. Foi considerada por Rocha Peixoto e outros como tipicamente minhota: casa com poço, forno, eira, cortes para o gado, terreno com muros altos de granito, etc
Entrada da casa de Lisboa, Casa Nª Srª de Fátima, na rua David de Sousa, entre a Av. de Roma e a Praça de Touros do Campo Pequeno. Cheguei a ter em simultâneo uma "Marienhaus", por trás da central Bismarck Platz, em Heidelberg.
Na Madeira, onde conheci a Isabel, com a Isabel e a Elke
No jardim do Palácio Ceia, Universidade Aberta, com o falecido Luís Sá (2º à direita) e a Paula Nicolau ao seu lado e outros.
Kwanza/nome de rio e da moeda angolana. O Kwanza chegou a valer tão pouco que, por exemplo, o dono de um restaurante de Luanda, em Alvalade, levou-me às arrecadações do restaurante e mostrou-me duas enormes arcas frigoríficas cheias de notas congeladas.
Cerimónia no ISP/U.E. Mondlane, com a presença da Ministra da Educação Graça Machel e o Reitor Aniceto dos Muchangos.
A estátua de Luís Vaz na sua (e minha) Macau.
O meu grupo de combate atravessando uma chana, no Leste de Angola, nas Terras do Fim do Mundo
Abusando da paciência do elefante na Quissama. O Rui Rodrigues, o Manuel Faria e..
O elefante berra, abana as orelhas e carrega sobre nós na Quissama, perto de Luanda.
Assalto a acampamento.
Heidelberg e o Neckar
O Reno e a sua Loreley.
Batak, nas montanhas da Bulgária.
Europa: Professor na Universidade de Colónia, logo após o doutoramento
África: bolsa de pele de pacaça e pequeno machado de caçador abatido no Leste de Angola.
Europa:Professor na Universidade Aberta, Lisboa.
África: com um ar bestialmente guerreiro, momentos antes do início de mais uma operação helitransportada no Leste de Angola
Nunca falho o Flore ( e a Brasserie Lipp, a Closerie des Lilàs e o Rotonde) quando, todos os anos, vou a Paris. São alguns dos cafés do Hemingway, quer do "Fiesta", quer do "Paris é uma festa".
À entrada do meu Instituto da RWTH-Aachen
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