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1. A Guerra Colonial e o Romance Português

1ª e 2ª Edições ::: 1998

“Contrariamente ao paternalismo e ao racismo aberto dos escritores colonialistas, estes autores pecam por angelismo para com os negros, mostrando-se em relação a eles compassivos, indulgentes e mesmo deferentes. Essa atitude pretensamente anti-racista – que o negro dispensa e desdenha – torna-se de facto numa variante inconsciente e/ou hipócrita do racismo puro. Ao louvarem servilmente o negro (…), ao desculpabilizarem-no e desresponsabilizarem-no continuamente, estes autores mais não fazem do que infantilizá-lo, o que é justamente a atitude do racismo branco frontal”

A Guerra Colonial e o Romance Português – Agonia e Catarse, pp. 101-102.

1. A Guerra Colonial e o Romance Português

3. Homem de guerra e boémio - JAIME NEVES POR RUI DE AZEVEDO TEIXEIRA

1ª Edição Novembro de 2012; 2ª Edição Janeiro de 2013

• Um grupinho de artolas “equacionou uma providência cautelar” para que o livro não saisse das tipografias da Bertrand.

• Alguns militares menos inteligentes criticaram-me por não ter escrito o livro fardado, em posição de sentido, em formatura e batendo a pála, ou seja, por não ter feito uma hagiografia sobre JN.

 

• Carlos Vale Ferraz/Carlos Matos Gomes, várias cruzes de guerra, coronel comando, romancista, guionista e historiador, autor do clássico moderno Nó Cego:

“Uma biografia que é um grande romance… A biografia é a cristalização do mito dos comandos. Rui de Azevedo Teixeira tipifica o “comando” em Jaime Neves e, através, do seu saber de experiência feito enquanto membro da “frátria”, enquanto personagem da história e enquanto literato, define as outras “espécies” de comandos constituintes do riquíssimo viveiro desta tropa… Não será difícil prever que, daqui a uns anos, e para as gerações seguintes, os “Comandos” serão o que ficou escrito nesta biografia”(…)

• Ramalho Eanes, general, Doutor em Filosofia das Organizações, ex-Presidente da República:

“Tudo isto, somado à sua experiência de vida, permitido terá que o autor produzisse esta obra, a um tempo tão erudita quão popular.”

• Manuel Alegre, poeta, romancista, político, antigo alferes em Angola, ex-candidato presidencial:

“Li-o de uma assentada. É um romance, um grande romance.”


• António-Pedro Vasconcelos, cineasta, ensaísta:

“Grande livro, sim senhor.” (…)

“O encontro de um grande escritor e um grande soldado.”(…)

• Rui Moreira, cronista, economista, Presidente da Câmara Municipal do Porto:

“Um magnífico livro”. 

• António Marques Bessa, professor catedrático, cientista político:

            “Um grande romance-ensaio. Uma escrita luminosa… Um grande Autor”.

 

(VER MAIS)

3. Homem de guerra e boémio - JAIME NEVES POR RUI DE AZEVEDO TEIXEIRA

5. O Bando dos Cinco

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(Da esq. para a dir.) João Almeida Bruno, Torre e Espada com Palma e General de 4 estrelas; José Carvalheira, Almirante; a minha pessoa; Alpoim Calvão, o maior aventureiro português do séc. XX; Ângelo Lucas, Professor de Medicina.

5. O Bando dos Cinco

7. A Voz da Póvoa

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Debate com Lídia Jorge, Rui de Azevedo Teixeira, Eugénio Lisboa e Carlos Vale Ferraz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

7. A Voz da Póvoa

9. Lançamento do livro sobre Jaime Neves

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Com os apresentadores Ramalho Eanes e António-Pedro Vasconcelos (25 de Novembro, 2012/FNAC, Colombo, Lisboa)

Além do espaço de apresentação estar a rebentar pelas costuras com comandos, estiveram presentes professores universitários, directores de jornais, doutorados e doutoradas em Literatura e História e figuras maiores da instituição militar como os Torre e Espada Alpoim Calvão, João Almeida Bruno e Isaías Pires,os autores José de Moura Calheiros e Alberto Ribeiro Soares (coronéis) e os generais Loureiro dos Santos, Vasco Rocha Vieira e José Alves.

9. Lançamento do livro sobre Jaime Neves

11. Sobre "A Costa dos Murmúrios"

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"A Costa dos Murmúrios" - Margarida Cardoso, Lídia Jorge, Inês Pedrosa, Rui de Azevedo Teixeira, Maria João Seixas, Eduardo Prado Coelho.

11. Sobre

13. Na minha "Toca do Lobo"

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Na minha "Toca do Lobo", num dia muito frio (a salamandra ainda por acender), em Argivai, no Norte de Portugal.

13. Na minha

2. Uma Proposta de Cânone

Julho de 2005

"É curioso registar que, pelo menos desde o século XVII e até aos nossos dias, a reflexão crítica de várias figuras importantes da nossa cultura “cultivada” quando pensam o fenómeno militar, de D. Francisco Manuel de Melo e D. Luís da Cunha até Rui de Azevedo Teixeira, passando, entre outros, por Latino Coelho, Oliveira Martins e Borges de Macedo, se preocupe em destacar uma certa dose de impreparação e de falta de coordenação, de ciência do comando, de conhecimentos militares específicos, tanto dos agentes, como dos “narradores” dos factos. O caso mais recente é o de Azevedo Teixeira que, tratando das relações da guerra colonial com o romance português, escreve, a propósito dos alferes milicianos que foram todos, ou quase todos, os principais autores que sobre ela escreveram poesia ou ficção: “os galões de alferes que decoraram os ombros destes milicianos – que lhes permitia somente o acesso a um baixo nível de informações militares – justificam a quase total inexistência de descrições acertadas do funcionamento da máquina militar portuguesa, da sua organização, cooperação dos ramos marciais, pensamento estratégico-militar, armamento, disciplina militar, cadeia logística, etc.
A sua incultura militar impede-os ainda de entenderem, em profundidade, a natureza da guerra de guerrilhas em que participaram, estando-lhes vedada a compreensão das estratégias e contra-estratégias, das tácticas, das logísticas e das éticas”(…)

Vasco Graça-Moura, Lusitana Praia (Ed. ASA, 2004, p. 223)

2. Uma Proposta de Cânone

4. Os escritores e a guerra

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Ensaio de Rui de Azevedo Teixeira
Textos de Agustina Bessa-Luís, Gastão Cruz, Helena Marques, Hélia Correia, Lídia Jorge, Mário de Carvalho, Possidónio Cachapa e Vasco Graça Moura.

4. Os escritores e a guerra

6. Jornada de África de Manuel Alegre

Texto introdutório meu

"Primeiro romance de Manuel Alegre, "Jornada de África" é um pequeno milagre de mutabilidade - a cada releitura surgem novas camadas de sentido, ressonâncias novas, ampliações luxuosas. A maior não satisfação de expectativas, o estranhamento maior, deste romance, que tem por cenário o eclodir da guerrilha em Angola, possui um traço inquietante, paredes meias do unheimlich freudiano - o protagonista Sebastião..."

6. Jornada de África de Manuel Alegre

8. Orlando da Costa

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Conheci bem Orlando da Costa, autor de "O Signo da Ira", romance sobre o qual escrevi, e pai do bi-racial António Costa. Indiano, era um duro militante do PCP e um grande autor de uma corrente literária menor -- o neo-realismo.

8. Orlando da Costa

10. Hélia Correia

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Sobre Hélia Correia, que ganhou o último Prémio Camões, o qual aliás desvalorizou de algum modo (por ser um prémio que, embora de correcta intenção lusófona, não deixa de ser "político" logo anti-literário, o que levaria aos arames o Poeta Nacional), escrevi o que pode encontrar aqui. 

10. Hélia Correia

12. Prefácio a "Nó Cego" de Carlos Vale Ferraz

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Sobre Carlos Vale Ferraz, que lançou na última Feira do Livro, em Lisboa, "A Estrada dos Silêncios", apresentado pela recente celebridade mediática Raquel Varela, escrevi o prefácio ao seu já clássico "Nó Cego".

12. Prefácio a

14. Outro Grupo de Amigos

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Um agrónomo, desenhador/caricaturista e brasonado; um Mestre em Ciências da Educação, professor e com dois livros publicados; um Doutor em Literatura Portuguesa, professor e "poeta experimental"; um coronel (com cruzes de guerra), romancista e historiador; e eu. Todos ligados aos comandos menos um que foi da tropa normal. O lugar vazio é de um Mestre em História, jornalista e fuzileiro. Numa simplificação à bruta, diria que 3 são de "Esquerda" e 3 de "Direita" (A encardida dicotomia ainda quer dizer alguma coisa?!). Ás vezes, lá rebenta uma discussão de meter medo ao próprio Diabo. Todos aposentados. Todos patriotas. Patriotas, não de letra nem de bandeirinha na lapela, mas com juramento de bandeira e provas dadas.

O restaurante (onde mais vezes costumo levar amigos) é A Colina, na rua Filipe Folque, a dar para a Duque D'Ávila, na zona do Saldanha. Ficamos sempre no 1º andar. Cozinha tradicional portuguesa. Cozinha de cozinheiro, não de chef. Muitos e muitos pratos mas todos bem feitos. Boa quantidade. Excelente relação qualidade/preço. Excelente serviço. Desta vez, optámos mais uma vez por um Douro - Meandro do Vale Meão - e pastéis de bacalhau, bacalhau à Brás, filetes de peixe galo, língua estufada e vitela.

14. Outro Grupo de Amigos